quinta-feira, 29 de março de 2012

Seu estilo de hino preferido... qual é?

O que estamos escutando nos dias de hoje? Colabore com a pesquisa e deixe seu voto!

Acima de noções de gosto pessoal, ou tendências culturais, a música representa um poder que já era conhecido das sociedades mais antigas. Platão disse, conforme relatado em sua obra “República”: “Deixem-me compor e música de um país e não me preocuparei com quem faça as suas leis.” Ele propunha um governo musical. Mesmo na época dele, este não era um conceito novo, já que há mais de mil anos antes de Cristo, os imperadores chineses faziam anualmente um festival de música, para o qual vinham artistas e conjuntos de todas as províncias do país. Ouvindo a música das diversas regiões, o imperador tomava decisões estratégicas, como, por exemplo, aumentar o efetivo militar em uma região, prevendo uma revolta popular, melhorar o sistema de distribuição de alimentos em outra região, por ver que o povo estava sofrendo, e assim por diante.
 Somos os seres vivos com mais alto poder de pensamento racional, maior capacidade associativa, enormes recursos de memória e o único ser vivo que domina a fala articulada; a verdadeira coroa da criação. Para nós, o conceito de ser influenciado por um som, que é algo abstrato e efêmero, que só existe no tempo e na nossa imaginação, pode parecer estranho. Temos a clara noção de gostar ou não gostar de uma música e isso pode nos levar a pensar que esta escolha baseada no gosto pessoal é a única influência que a música pode ter sobre nós. Se eu não gosto de uma música, ela não vai me afetar.
Mas não é bem assim. A experiência musical ultrapassa tudo o que podemos imaginar sem um estudo aprofundado. E esta experiência, embora seja por um meio abstrato e efêmero, atinge muito mais do que o simples gostar ou não gostar, ou a criação de fantasias na nossa imaginação, através dos desenhos sonoros. Esta influência é física!
São muito conhecidas as experiências realizadas com plantas. Sendo as plantas seres não pensantes, sabemos que qualquer efeito mensurável não é causado por associações mentais, efeito placebo, devaneios da imaginação, ou outros desvios do modelo padrão da experiência ao qual os seres humanos estão sujeitos. Sabemos que quando um ambiente é controlado, as plantas que crescerão naquele ambiente sempre terão as mesmas características, desde que tenham estas características por herança genética.

A maioria das pessoas não presta muita atenção às leis da música e ignora o impacto que a música tem sobre a sua saúde física, social e mental. Hoje a escolha da música é amplamente determinada pelo gosto pessoal. Esta tendência reflete a orientação consumista de nossa sociedade onde muitas pessoas se enchem indiscriminadamente com “alimento impróprio” inferior que causa inúmeros efeitos psicológicos, bem como desordens físicas, tais como a falta de concentração e a deficiência na aprendizagem entre as crianças na escola e jovens estudantes. A mesma atitude indiscriminada é encontrada no consumo de música inferior e prejudicial.

Investigações científicas têm demonstrado que a música afeta a freqüência cardíaca, respiração, pressão sanguínea, digestão, equilíbrio hormonal, rede neural do cérebro, ritmos do corpo humano, humores e atitudes. A enorme influência da música sobre os aspectos físicos, mentais, e emocionais de nosso corpo deveria ser de grande preocupação para os cristãos que aceitam o apelo para se consagrarem todo o ser como “um sacrifício vivo, santo e aceitável a Deus” (Rom 12:1).
A batida irregular, incansável, e intensa da música popular, especialmente as formas derivadas do rock colocam o corpo humano sob stress aumentando a freqüência da pulsação, a pressão sanguínea, e a produção de adrenalina, e prejudicando a qualidade da audição das pessoas.

E vc o que tem escutado??  Deixe seu voto!!

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